O queijo no ponto

O ponto de venda é extremamente importante para qualquer produto. Com o queijo não seria diferente: cada vez mais difundida, a cultura queijeira vai abrindo caminhos e novos espaços de comercialização pelo país. Com atendimento diferenciado e especializado, é a garantia de encontrar os melhores produtos do gênero no Brasil.

Queijaria Armazém do Mineiro

Paixão e necessidade

A ideia veio do amor pelo trabalho com o queijo artesanal brasileiro — e pela necessidade, começa explicando William Oliveira, o proprietário. “Em São Paulo, há 15 anos, dificilmente se encontrava no bairro um local para se comprar bons queijos — eram só os de supermercados e industrializados. Natural lá de Minas Gerais, de Itajubá, acostumado sempre a comer um bom queijinho, difícil de aqui encontrar, fui sendo instigado a ter um comércio de queijo artesanal.”

Outros voos

Em 2016, depois de muitos anos trabalhando com manutenção de helicópteros, acabou desligado da empresa. Viu, então, que era hora do plano B entrar em ação. Alugou um carro 4×4 e saiu traçando a rota dos produtores artesanais em busca de parceiros: Araxá, Canastra, Serro, Triângulo etc. “Foram 10 mil km traçados, onde consegui fazer algumas parcerias que estão com a gente até hoje, como a Fazenda
Capão Grande e o Queijo do Cedro.” Estava ganhando altura na nova empreitada, porém, acabou recebendo uma proposta irrecusável para voltar a trabalhar na área da aviação. “Não fico mais 100% do tempo lá, quem assumiu a gerência da loja foi o Gustavo [Luiz Gustavo de Sassarrão Moraes], eu à distância auxiliando, conciliando a loja e o trabalho.”

Confira a matéria completa na edição #7 da RQ.

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